RAÇAS CONSAGRADAS
 
05/11/2014 - 22:44h
SAIBA MAIS SOBRE O CURIÓ SOBERANO

Soberano
 
Linhagem que ficou conhecida principalmente devido ao soberano 306 do shoiti, e também do 307 do jair, do 20
 
 e outros filhos
 
Relato do Sr. Edgard de Campinas:
 
Caros Amigos,
 
                 Muitas histórias tenho ouvido a respeito da origem do Soberano. Nunca quis entrar nas polemicas ouvidas, pois sabia que eram formalizadas por interesses particulares, se não comerciais, a fim de valorizar determinadas criações. Contudo, agora. um grupó de amigos demonstram interesse em conhece-la verdadeiramente, com o objetivo sanar duvidas e firmar a real origem de seus  planteis.
                 Fui o primeiro dono do Soberano Velho, ainda em sua primeira muda para preto, pois o adquiri, juntamente com um seu irmão, por parte de pai, por  10.000,00 cada um, não me recordo se cruzeiro ou cruzado na década de 70, provavelmente em 1977 ou 1978, , aproximadamente quando o Ibama emitiu a portaria que obrigava o anilhamento dos curiós com àquilas anilhas abertas. Foi adquirido pardo do amigo Pedro Valarim, de Tupã, que  os havia adiquirido, o Soberano e o irmão, do amigo Ferreti, de Presidente Prudente, curiozeiros e dos melhores gaioleiros que conheci. Em minhas mãos, ainda na muda para preto, depois de completa-la tornou-se meu criador principal. Tive também como criador naquela década, emprestado do amigo Pedro, outro curio, o Porco, que havia sido adquirido pelo Pedro, se não me falha a memória em Santo Andre, sendo um Praia Grande, escepcional repetidor. Com o Soberano Velho, que era um curio de um canto, com abertura em quase tos, fiquei até principio de l984. O Soberano foi criado pelo Amigo Ferreti, e era filho de Paulista com Ratinho. Mesmo nas minhas mãos já demonstrava ser um ótimo raçador. Antes da minha mudança de Tupa para Campinas, em abril de l984, fui obrigado a vende-lo, pois ia morar em casa alugada e sem espaço para mantê-lo junto com outros curios, filhos seus, do Porco, etc., tendo em vista a sua abertura.
                  Assim sendo vendi o Soberano Velho para um passarinheiro de Marília, sendo adquirido quase que imediatamente pelo amigo Antonio Carlos de Tupã. O Antonio Carlos criiou com o Soberano de 1984 até a sua morte, ocorrida aproximadamente em 1994, dois ou três anos após o Antonio Carlos haver me emprestado o Soberano por uns dois meses, pois voltei a criar com ele, emprestado de 15-11-91 a 15-12-91. Devolvido ficou cego, morendo algum tempo depois. Esclareço que o Soberano foi anilhado com anilha aberta de número 2.804 e o seu irmão, por parte de pai, o Segredo com o anel 2.806, ambas abertas. 
                  Nessa época o amigo Antonio Carlos possuia, entre outras a femea Maninha, mãe dos curiós que foram do Pinho e do Roberto, este de Herculândia, os outros provavelmente sejam das femeas Vermelhona, Serpentina, etc.
                  Apesar de tudo que foi relatado é inquestionável que aprojeção da raça Soberano ocorreu, primordialmente a partir de um de seus filhos, o Soberano-FILHO, do Roberto, principalmente por que houve, já a partir da década de 90 uma  maior facilidade de criação e comunicação entre os criadores.

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